Zero Trust: por que o perímetro tradicional não basta mais
Durante anos, segurança de rede foi sinônimo de firewall de perímetro: tudo que estava 'dentro' era confiável, tudo que vinha de 'fora' era suspeito. Esse modelo não sobrevive a uma operação com nuvem híbrida, colaboradores remotos, dispositivos pessoais e fornecedores acessando sistemas internos.
Zero Trust parte de uma premissa diferente: nenhum acesso é confiável por padrão, nem mesmo o que vem de dentro da rede corporativa. Cada requisição é autenticada, autorizada e validada continuamente, independentemente de onde ela se origina.
Na prática, isso significa segmentação de rede, autenticação multifator obrigatória, princípio do menor privilégio no controle de acesso e monitoramento contínuo de comportamento — não apenas de credenciais. Firewalls como o Fortigate continuam essenciais, mas como uma camada entre várias, não como a única linha de defesa.
Implementar Zero Trust não é um projeto com data de término, é uma mudança de postura. A U@I-T ajuda empresas a priorizar essa jornada de forma incremental: começando pelos ativos mais críticos, sem paralisar a operação para 'reconstruir tudo do zero'.
